domingo, 8 de fevereiro de 2015

Das pensões mais acolhedoras ou do turismo sexual low-cost

As pensões.
Para os conhecedores da muito bonita e airosa Inbicta (Invicta em Valbom, porque as gentes de Balvão julgam que Invicta se escrebe com "B" e portanto dizem a palavra da forma correcta, ainda que por engano) é mais que sabido que as pensões que possuem senhoras fumarentas à porta 24/7(tuéntifórséban), que é como quem diz, todo o santo dia, noite e madrugada incluída, são lupanares, casas de tias, currais, acho que já perceberam.

O porquê deste post.
Bem, calha que eu, incauto habitante desta maravilhosa e pacata terra, desconhecia que havia duas outras casas de putas no caminho que faço de autocarro para a biblioteca. Curioso foi que quando as descobri e olhei para aquelas velhas sarnosas ali especadas à porta, senti-me como que num videojogo quando descobrimos uma nova parte do mapa. Senti-me como que uma criança quando desbloqueava novos níveis (apesar de que ali não jogo nem morto).

O interesse turístico.
O Porto é assim, desabrocha-se (e abrocha-se provavelmente pelo preço de um maço de tabaco ou talvez menos) até aos que já julgavam conhecer a cidade como a palma das suas próprias mãos. Aproveitando estas características magníficas da Invicta, há que virar os olhos para o turismo e como o low-cost pegou moda - a bagagem é curta e o dinheiro escasseia - uma boa opção para ter onde dormir é apostar nestas pensões de putedo. Assim, os estrangeiros que nos visitam podem sempre levar algo para casa, nem que seja Clamídia ou Sífilis. Penso que algo útil que todos deveríamos propor ao presidente Rui Moreira era um maior investimento neste tipo de actividade. Já imagino o Slogan:  Venha ao Porto, tenha a experiência da sua vida... e depois apanhe SIDA.

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