quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

O que me "apraxe" dizer.

Eu não sou contra a praxe mas também não sou a favor de uma praxe que permite passivamente o abuso de poder. Não sou da opinião que se acabe com a praxe mas está mais que visto que é preciso mudar alguma coisa. É preciso evitar que tragédias como a que aconteceu no Meco sucedam novamente; seja alertando aqueles que se deixam praxar para que não aceitem de bom grado tudo o que lhes mandam fazer, seja ensinar aos supostos doutores que há regras (ouvi dizer que há).

Se isso não funcionar é dizer a esses doutores que não é assim que conseguem comer as moças, até porque mortas, dá na mesma mas não é tão giro. Para alguns esta é mesmo a "solução final" (tão forte).

Permitam-me só que brinque um bocadinho com aqueles (alguns) que defendem incondicionalmente a praxe e usam argumentos "geniais".

Há aqueles que afirmam que "a praxe é uma preparação para a vida futura". Claro, nunca se sabe quando é que vamos levar com um ovo na cabeça. É melhor estar preparado para isso.

E depois o outro senhor que disse "Não é por morrerem todos os dias pessoas na estrada que vamos proibir alguém de andar lá". Pois, também não é pelo Rui Pedro ser bom a desaparecer que vai agora ser mágico.

Para terminar, também adoro aquela aquela malta que diz que "só quem esteve ou está na praxe é que pode falar porque só esses é que sabem".
Eu não estive em Auschwitz e sei que aquilo lá foi desagradável.

2 comentários:

  1. Não deixem de escrever neste blog que vocês tem um sentido de humor muito apurado.

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    1. Muito obrigado César, é mesmo isso que vamos tentar fazer para cada vez termos mais público ;)

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